Respirar e relaxar sobre aquilo que você come, na confiança de que, você, está a se alimentar da melhor forma nos seus momentos de refeição, é uma parte importante para a uma boa digestão e absorção de todos os nutrientes em seu organismo.
Alimentação no inverno
No inverno, o nosso corpo precisa de maior quantidade de calorias para manter a temperatura ideal e aumentar a resistência orgânica. Percebe-se esta maior necessidade na vontade de comer alimentos mais quentes e no próprio aumento da ingestão alimentar, especialmente os mais gordurosos e calóricos.Em função das baixas temperaturas, o organismo efectua um maior gasto de energia para a manutenção da temperatura corporal. Para compensar esse gasto energético aumenta-se a ingestão de calorias, em torno de 20 a 30% a mais do que nos dias quentes.No entanto, devemos estar atentos aos perigos da alimentação nessa época. Algumas pessoas podem apresentar mais fome e comer mais do que precisam. Há indivíduo que chegam a ultrapassar cerca de 20 a 30 % de acréscimo calórico, exagerando na alimentação e abusando de refeições muito gordurosas, mais comuns neste período do ano. O resultado é um aumento de peso e, em casos mais sérios, problemas de saúde como taxa de colesterol elevado, disfunções no fígado e vesícula.Uma boa sugestão para evitar esses problemas é adaptar-se as preparaçãos dos alimentos consumidos na estação fria e torná-los menos gordurosos e calóricos.Como por exemplo:· As sopas devem ser preparadas com legumes batidos ou não, sem adição de creme de leite. Se utilizar massas observar para não exagerar na quantidade. Pode-se acrescentar fibras como o farelo ou fibra de trigo, farelo de aveia e sementes de linhaça. Sabe-se que as fibras ajudam a regular a função intestinal, melhora os níveis de colesterol e produz sensação de saciedade.· O chocolate quente pode ser substituído por um chá com adoçante, que esquenta o organismo e tem baixas calorias, ou então pode-se prepará-lo com leite desnatado e achocolatado.· Os queijos amarelos devem ser substituidos pelos brancos.· Quando não se conseguir resistir à feijoada, deve-se consumi-la com moderação: arroz, feijão, couve sem bacon, e carnes mais magras, já que, normalmente as carnes usadas em feijoada tem um alto teor de gordura e são muito calóricas.· A carne de porco deve ser quando possível evitada e substituída por outras como: carnes de frango, galinha, coelho, pato, peixes.Ressalta-se que todo controlo alimentar deve ser feito com cautela e bom senso. Se o indivíduo quer emagrecer, não deve nunca partir para uma restrição alimentar muito rígida, sem orientação de um profissional de nutrição, pois as “dietas da moda” podem causar graves prejuízos à saúde, como anemia, úlcera, gastrite, problemas de digestão, além de viver-se em um ciclo perigoso do engorda-emagrece.É importante saber que, um mínimo de gordura é necessário ao nosso corpo. Ela é responsável pelo transporte e absorção das vitaminas lipossolúveis: A, K, E e D, além de atuar como protetora contra choques e ser um isolante térmico, ajudando o nosso corpo a suportar as baixas temperaturas próprias do inverno.
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Recebi este comunicado por email e divulgo, como forma de ajudar a acabar com o grande flagelo da fome na Somália. É um gesto pequenino, mas, as vezes, um pequenino gesto pode fazer toda a diferença entre a vida e a morte. Colabore através da divulgação e assinatura da petição. Eu já assinei!! Segue íntegra da mensagem. Caros amigos, Mais de 2.000 pessoas estão morrendo por dia na Somália , em uma onda de fome que ameaça matar de inanição mais de onze milhões de pessoas. Conflitos entre o regime somaliano do Al-Shabaab e as lideranças mundiais têm bloqueado a ajuda humanitária que poderia dar fim à fome. Porém, alguns países de destaque têm o poder de mediar um acordo para acabar com o sofrimento. Assine a petição urgente por uma trégua humanitária e divulgue-a a todos os seus contatos: Atualmente, mais de 2.000 pessoas estão morrendo por dia na Somália , em uma onda de fome que ameaça matar de inanição onze milhões de pesso...
Ilustração simplificada do processo da digestão no nosso organismo.
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