Despertar da Consciência Alimentar: nutrir para além do prato

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Alimentar-se com consciência não começa na boca — começa na forma como nos relacionamos com a vida.  É um convite para sair do automático e entrar no presente. Para observar, sentir e escolher com intenção.  Nutrir alguém com consciência alimentar não é apenas oferecer alimentos saudáveis. É ensinar - com exemplo — que comer é um ato de cuidado, de escuta e de respeito pelo corpo.  É perceber que: o corpo fala antes da fome se tornar urgente, nem toda vontade é necessidade e que o alimento também carrega energia, história e intenção. Quando há consciência alimentar, a pressa perde espaço. A refeição deixa de ser apenas uma pausa e passa a ser um momento de presença. Mastiga-se com atenção. Sente-se o sabor, a textura, o aroma. O corpo participa - e não apenas consome.  Nutrir com consciência também é: respeitar os sinais do corpo, evitar excessos que vêm da emoção, e escolher alimentos que, verdadeiramente, sustentam — não só fisicamente, mas também emocionalmente....
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Declaração informativa actualizada acerca do sal e redução do seu consumo

O IFST Britânico, Institute of Food Science & Technology, publicou recentemente uma declaração informativa actualizada acerca do sal e redução do seu consumo – um dos assuntos mais populares na indústria alimentar neste momento. A publicação confirma que o crescente consenso científico de que a redução do consumo de sal (sódio) constitui uma medida saudável para muitas pessoas, dado que essa redução pode ser alcançada sem pôr em causa assuntos de segurança.
Para além do impacto óbvio no sabor, o sal desempenha uma vasta gama de outras funções. Em produtos cárneos processados, por exemplo, o sal está implicado na activação de proteínas para aumentar a actividade de captação de água, melhora as propriedades de textura das proteínas, auxilia na formação de massas estáveis com a gordura e prolonga a vida de prateleira devido aos seus efeitos anti-microbacterianos.
“Se a redução do sal for atingida sem comprometer a segurança microbiológica, nenhum segmento da população será prejudicado, uma vez que os que acham determinados produtos alimentares com redução de sal com menos palatibilidade têm a liberdade de adicionar sal de mesa antes do seu consumo”, declarou o IFST.
É claro que o sódio e o cloro são nutrientes vitais e são necessários para o normal funcionamento do organismo. No entanto, os defensores da redução do consumo de sal consideram que o consumo médio diário de sal no mundo ocidental, entre os 10 e os 12g, é muito elevado. A pressão junto da indústria alimentar para a redução do teor de sal nos seus produtos e a recomendação da FSA Britânica (UK Food Standards Agency) de 6g de sal por dia para a população geral é compreendida como um objectivo mais realístico para os próximos 5 anos do que o limite ideal saudável.

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