Despertar da Consciência Alimentar: nutrir para além do prato

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Alimentar-se com consciência não começa na boca — começa na forma como nos relacionamos com a vida.  É um convite para sair do automático e entrar no presente. Para observar, sentir e escolher com intenção.  Nutrir alguém com consciência alimentar não é apenas oferecer alimentos saudáveis. É ensinar - com exemplo — que comer é um ato de cuidado, de escuta e de respeito pelo corpo.  É perceber que: o corpo fala antes da fome se tornar urgente, nem toda vontade é necessidade e que o alimento também carrega energia, história e intenção. Quando há consciência alimentar, a pressa perde espaço. A refeição deixa de ser apenas uma pausa e passa a ser um momento de presença. Mastiga-se com atenção. Sente-se o sabor, a textura, o aroma. O corpo participa - e não apenas consome.  Nutrir com consciência também é: respeitar os sinais do corpo, evitar excessos que vêm da emoção, e escolher alimentos que, verdadeiramente, sustentam — não só fisicamente, mas também emocionalmente....
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Reflexão: Sobre a "tirania" da felicidade permanente


"Vemos, hoje, uma necessidade extrema e urgente de se ser feliz, nada contra, aliás, muito pelo contrário, concordo que devemos procurar sempre caminhos que nos conduzam a felicidade. Para mim não existe um único caminho, mas, várias trilhas e estradas que podem levar cada um a sua idealização de felicidade, de estar feliz. Porém, fico a pensar o quanto cobramos das pessoas em estar ou mostrar-se sempre feliz, digo, sempre, todos os dias, a sorrir, a mostra-se alegre e feliz.

Parece-me que essa cobrança é tanta que se alguém demonstrar, por um momento, o contrário, ou seja, um ar mais sério, introspectivo, isso, aparentemente, parece motivo de ofensa ou de mal estar nos outros. Talvez por não quererem ver reflectido em outros rostos o seu próprio lado menos risonho. 

Mas para aqueles que crêem em Deus/Jesus Cristo, pergunto; por acaso, Jesus andava com ar sempre de felicidade, a rir, a sorrir, a gargalhar a toda hora, toda gente? Na minha humilde e simplório interpretação, não. Pois, como Homem/Deus Ele sabia todas as fraquezas da nossa humanidade e o que o esperava e, por isso, era sereno, tranquilo, não sorridente. 

A exigência do sorriso ou do riso é própria do humano, rimos por que somos limitados e cheios de imperfeições, rimos por medo, rimos pela efemeridade da vida. Enfim, rimos pela nossa incapacidade de lidar como o desconhecido, pois Jesus/Deus (os deuses) nunca rir (riem)."

Muito amor e luz

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