A um momento muito humano — aquele ponto em que o cansaço deixa de ser fraqueza e passa a ser um convite para recomeçar por dentro. A autocura não vem de fora, nem depende do reconhecimento dos outros. Ela começa quando a pessoa decide parar, ouvir-se e cuidar de si mesma, mesmo em silêncio e sem aplausos. Há uma força tranquila nisso: perceber que nem tudo precisa ser explicado, e que o verdadeiro processo de cura acontece de forma íntima, quase invisível. No fundo curar não é esquecer o que doeu, mas aprender a não se ferir, repetidamente, no mesmo lugar. É transformar amor-próprio em atitude diária — simples, firme e consciente. Aceitar-se, Amar-se, Respeita-se, Honra-se, Perdoa-se, faz parte, também, de uma consciência a nível da própria nutrição e cuidados com o corpo, coração, mente e espirito. Reflita nisso!
Queijo fresco e requeijão
Você prefere queijo fresco ou requeijão?
O queijo fresco e o requeijão são a alternativa ideal para quem procura moderar o consumo de lípidos sem abdicar de comer queijo.
Saudáveis e nutritivos, têm inúmeras aplicações culinárias e adequam-se a todas as ocasiões.
Durante anos considerados os “parentes pobres” dos queijos, hoje o queijo fresco e o requeijão atingiram um estatuto que os coloca na lista dos principais componentes de uma alimentação saudável. Por serem ricos em proteínas, cálcio, fósforo e vitaminas (dos complexos A, B e D), o seu consumo é recomendado a quem está em dieta, mas também a todos aqueles que procuram moderar o consumo de gordura na sua alimentação e que vêem nestas duas variedades alternativa mais saudável aos queijos maturados.
O queijo fresco, como o próprio nome indica, é um queijo que não sofre maturação e que resulta da coagulação do leite graças à adição de coalho. Ainda há quem confunda queijo fresco e requeijão, mas este último trata-se de um subproduto do fabrico do queijo que se obtém através do soro que sobra da coalhada e que é novamente submetido à ação do calor, levando a que as proteínas solúveis – principalmente a albumina – coagulem e solidifiquem.
Os queijos frescos são mais magros, pouco calóricos e menos gordurosos, daí que sejam hoje uma opção cada vez mais habitual para quem não quer deixar de incluir o queijo na alimentação diária, mas quer restringir os níveis de gordura que ingere.
O queijo fresco tradicional é um produto com sabor suave, textura macia e aveludada, ele é versátil e presta-se a uma série de utilizações e, não menos importante, é uma saudável fonte de cálcio, indicado para todas as idades,
Com a vantagem de ter um menor teor de gordura que outros. É um queijo ideal para pequenos-almoços ou lanches e acompanha bem com qualquer tipo de pão, tostas ou bolachas salgadas e, com a chegada do tempo mais quente, torna-se num dos acompanhamentos de eleição para uma refeição mais leve e refrescante.
É também ideal para desportistas pois tem proteínas de absorção lenta que ajudam o corpo a recuperar do esforço físico.
Igualmente refrescante é o requeijão que, com o seu sabor suave e textura cremosa, pode ser utilizado na confeção de variadíssimas receitas, doces ou salgadas. Produzido a partir da pasteurização do soro da produção do queijo de vaca, de ovelha ou de cabra o requeijão pode ser o alimento substancial para uma alimentação saudável, equilibrada e rica em proteínas. Comido simples, é ideal para barrar no pão ou tostas e acompanhar com um doce de abóbora ou nozes, ou simplesmente com canela, mas pode também ser usado na confeção de irresistíveis cheesecakes ou usado como creme para acompanhar deliciosos pratos de frango ou massa, por exemplo.
Uma descoberta casual
Diz-se que as origens do queijo remontam à Antiguidade, quando os povos nómadas, nas suas deslocações, armazenavam o leite dos seus animais em bolsas feitas com o couro do estômago destes mesmos animais. Uma outra versão conta que as populações sedentárias habituaram-se ao consumo do leite fresco e verificaram que o leite que não era consumido atempadamente coagulava naturalmente. Ao constarem que o resultado era agradável ao paladar, terão passado a deixá-lo coagular propositadamente. Posteriormente, o leite passou a ser colocado em formas, para que a massa coagulada ganhasse uma forma específica, dando-se assim início a uma indústria que viria a ser desenvolvida por gregos e romanos e que, na Idade Média, conheceu grande impulso nos conventos europeus. Com o tempo o consumo generalizou-se e algumas variedades ganharam o estatuto de verdadeiras iguarias.
Fonte: Magazine Continente
Imagem: Tete produtos
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