Basta colocar sua atenção constantemente, diariamente, na região do corpo que apresenta algum problema. Geralmente há ali alguma "energia" condensada, presa, congelada de um determinado sentimento que originou a doença. Coloque a mão na região afetada e pergunte qual sentimento está provocando a doença....Pergunte ao seu corpo onde ele guarda a energia do medo, da raiva, da frustração, ressentimento....Pergunte ainda de que cor precisa para dissolver o sentimento bloqueado....Depois pergunte onde guarda o amor, a alegria, a abundância, e tudo mais, e expanda para todas as células do seu corpo.... Lembre-se que tudo é energia, a doença é energia, a saúde é energia, a nutrição é energia, a pobreza é energia, a abundância é energia, a prosperidade é energia! Podemos mudar qualquer coisa alterando a energia! Qualquer doença é uma energia que não foi liberada, apenas isso. Ressentimentos profundos, mágoas guardadas por muito tempo geram doenças sérias e complicadas, como o...
Alimentação Infantil - Bases Fisiológicas
Este livro é uma revisão cuidada por inciativa da rede IBFAN, Instituto de Saude, OMS e WABA relata sobre as bases fisiológicas da amamentação e outros fatores que envolvem o período do pré-natal, lactação e desenvolvimento do bebê.
Uma material importância para os profissionais e estudantes de nutrição/saúde.
Segue pequeno trecho do prefácio e introdução.
"Conhecer hoje o alimento leite humano, nas suas várias especificidades (colostro, leite “posterior”, leite do bebê prematuro, etc) é difícil. Os estudos mais aprofundados sobre seus componentes bioquímicos e as conseqüências para o ser humano de sua presença ou ausência são recentes. Por outro lado, conhecer o processo de amamentar, prática biológica histórica e socialmente determinada, também é bastante complicado. Esta revisão procura avançar e aprofundar as bases fisiológicas da alimentação infantil, dando um passo importante tanto no conhecimento do leite humano como do processo de amamentar."
Introdução
"A amamentação dos recém-nascidos humanos tem sido uma característica comum a todas as culturas em todos os tempos, pois nossa própria sobrevivência tem dependido dela. Por outro lado, outros modos de alimentação infantil - o que, quando, como e por quem é oferecido - têm diferido de acordo com a época e o lugar. Assim, vários costumes alimentares evoluíram historicamente por tentativa e erro, adequados ao ambiente específico e freqüentemente constituindo a melhor opção nutricionalmente esperada. A amamentação constitui-se, portanto, em “imperativo natural” universal que assegurou a sobrevivência e saúde do bebê. No fim do século XIX, todavia, os avanços da ciência, especialmente da bioquímica, conduziram a percepções novas sobre as necessidades nutricionais das populações das regiões que se industrializavam e se reurbanizavam rapidamente na Europa e Estados Unidos. Os desafios incluíam então como alimentar bebês e crianças pequena s com segurança e concomitantemente evitar complicações decorrentes da mudança no estilo de vida, valores culturais e papéis sociais das mães e mulheres responsáveis pelos cuidados às crianças. No início do século XX e por muitos anos, a ênfase na alimentação infantil refletia abordagem principalmente quantitativa, considerada mais precisa e, portanto, mais “científica”. Por exemplo, a análise dos leites humano e de vaca, embora exibindo diferenças, pareciam sugerir que este poderia ser modificado com segurança para satisfazer as necessidades nutricionais dos bebês. Os primeiros substitutos do leite materno e os primeiros alimentos suplementares ou de desmame comercialmente produzidos usavam como modelo o conhecimento disponível, bastante limitado, sobre o valor nutricional do leite de peito e a fisiologia e necessidades nutricionais do recém-nascido e do bebê pequeno. O critério básico para avaliar adequação nutricional era o crescimento e, não raro, noções como, mais alimento e alimentação mais
precoce, tornaram-se sinónimos de nutrição melhor..."
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