Despertar da Consciência Alimentar: nutrir para além do prato
Alimentar-se com consciência não começa na boca — começa na forma como nos relacionamos com a vida. É um convite para sair do automático e entrar no presente. Para observar, sentir e escolher com intenção. Nutrir alguém com consciência alimentar não é apenas oferecer alimentos saudáveis. É ensinar - com exemplo — que comer é um ato de cuidado, de escuta e de respeito pelo corpo. É perceber que: o corpo fala antes da fome se tornar urgente, nem toda vontade é necessidade e que o alimento também carrega energia, história e intenção. Quando há consciência alimentar, a pressa perde espaço. A refeição deixa de ser apenas uma pausa e passa a ser um momento de presença. Mastiga-se com atenção. Sente-se o sabor, a textura, o aroma. O corpo participa - e não apenas consome. Nutrir com consciência também é: respeitar os sinais do corpo, evitar excessos que vêm da emoção, e escolher alimentos que, verdadeiramente, sustentam — não só fisicamente, mas também emocionalmente....

Hum! Ótimo post!
ResponderEliminarMuitos pais erram ao alimentar seus filhos com alimentos que não sejam o leite antes do 4º mês de vida.
Oriento sempre que os alimentos, a partir do 4º mês (se o bebê não é mais alimentado no peito) ou 6º mês (no aleitamento materno exclusivo), se inicie o suco de frutas, depois a papa de frutas e, posteriomente, a papa salgada sempre amassados com o garfo e nunca liquidificados ou triturados, exceto os sucos, claro!
O bebê deve sentir os pedacinhos amassadinhos para estimular a mastigação e a descoberta de novos sabores.
Beijos.