O Método de Respiração Esquecido de Julia Seton para Riqueza, Saúde e Amor

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  Aos 70 anos, ela tinha a pele de uma pessoa de 30 devido à sua prática de respiração. Quando sua igreja estava profundamente endividada, ela usou a respiração para atrair um doador à sua porta em poucos dias. A respiração a ajudou a se manter aquecida nas montanhas congelantes do Colorado. Aqui estão os protocolos específicos de respiração de Julia Seton para manifestar prosperidade, saúde e amor. POR QUE ISSO IMPORTA A maioria das pessoas usa a respiração para se acalmar. Seton usava a respiração para programar resultados. Porque a respiração muda o estado rapidamente. E o estado muda o que você percebe, acredita e faz em seguida. É aí que as manifestações começam a se mover. QUEM É JULIA SETON? Julia Seton foi uma das primeiras professoras e escritoras da Nova Era. Ela ensinava que a respiração poderia ser usada como uma ferramenta espiritual e mental. Sua principal afirmação era simples: a pausa entre as respirações é onde a intenção se instala mais profundamente. Então você n...
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Analgésico natural com virtudes anti-depressiva

"Opiorfina com as competências idênticas à morfina e sem efeitos secundários.
Investigadores do Institut Pasteur-CNRS, em Paris (França), descobriram que a opiorfina – um analgésico super potente produzido pelo corpo humano – é quatro vezes mais potente que a morfina no alívio da dor e não provoca efeitos secundários indesejados, como dependência.
Segundo Catherine Rougeot e a sua equipa, “é uma verdadeira molécula dois em um, ou seja, é um analgésico natural com as mesmas competências da morfina, mas com menos efeitos secundários, e simultaneamente, actua sobre a depressão”. O grupo de investigação, há já quatro anos, tinham isolado este péptido na saliva humana, e agora conseguiram demonstrarar que a opiorfina apresenta uma actividade analgésica potente em modelos de dor químicos e mecânicos ao activar a transmissão endógena dependente de opióides.
Os especialistas testaram a opiorfina ‘in vivo’ utilizando ratos de laboratório e escrevem no estudo, publicado no 
«Journal of Physiology and Pharmacology»: “Demonstramos a especificidade funcional ‘in vivo’ da opiorfina humana. A força supressora da substância na dor é tão efectiva como a morfina no comportamento de modelos de dor aguda mecânica em ratos – o teste dos alfinetes”.
Dor e depressão estão muitas vezes ligadas e os investigadores têm agora a esperança de poder criar um medicamento que possa tratar ambas as maleitas, ao mesmo tempo, a partir da opiorfina.
Nos animais, a substância não mostrou ter efeitos secundários, como excitação ou sedativo, nem afecta a memória a longo-termo, tal como alguns anti-depressivos.
Numa perspectiva de aplicação terapêutica, a equipa já dispõe de dois ou três derivados sintéticos estáveis, indicou a líder da investigação à imprensa francesa. Agora, apenas falta determinar qual será o melhor candidato para desenvolvimentos pré-clínicos – etapa imprescindível antes de fazer ensaios no homem."

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