Bolo Integral com Chia Para Colaborar no Controlo da Diabetes

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INGREDIENTES: 1/2 chávena (chá) de Chia  1/2 chávena (chá) de farinha integral  2 chávenas (chá) de farinha de trigo 1 e 1/2 chávena (chá) de aveia em flocos 3/4 de chávena(chá) de castanha-do-pará picada 1 colher (sopa) de fermento em pó químico 1 colher (chá) de canela em pó  1 e 1/2 chávena (300ml) de leite magro (ou bebida vegetal) quente 2 ovos  3 colheres (sopa) de manteiga light 2/3 de chávena (chá) de adoçante para forno e fogão Manteiga e farinha de trigo para untar  MODO DE PREPARO:  Em uma tigela, misture as farinhas, a aveia, a castanha, o fermento e a canela. Bata o restante dos ingredientes no liquidificador e misture aos ingredientes da tigela, com um batedor de arame (fouet). Coloque em uma forma de bolo inglês untada e enfarinhada. Leve ao forno médio, preaquecido, por 40 minutos ou até dourar. Mantenha uma alimentação equilibrada e sem excesso para o bom controlo da sua glicemia sanguínea e saúde geral.  Bom proveito!
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Analgésico natural com virtudes anti-depressiva

"Opiorfina com as competências idênticas à morfina e sem efeitos secundários.
Investigadores do Institut Pasteur-CNRS, em Paris (França), descobriram que a opiorfina – um analgésico super potente produzido pelo corpo humano – é quatro vezes mais potente que a morfina no alívio da dor e não provoca efeitos secundários indesejados, como dependência.
Segundo Catherine Rougeot e a sua equipa, “é uma verdadeira molécula dois em um, ou seja, é um analgésico natural com as mesmas competências da morfina, mas com menos efeitos secundários, e simultaneamente, actua sobre a depressão”. O grupo de investigação, há já quatro anos, tinham isolado este péptido na saliva humana, e agora conseguiram demonstrarar que a opiorfina apresenta uma actividade analgésica potente em modelos de dor químicos e mecânicos ao activar a transmissão endógena dependente de opióides.
Os especialistas testaram a opiorfina ‘in vivo’ utilizando ratos de laboratório e escrevem no estudo, publicado no 
«Journal of Physiology and Pharmacology»: “Demonstramos a especificidade funcional ‘in vivo’ da opiorfina humana. A força supressora da substância na dor é tão efectiva como a morfina no comportamento de modelos de dor aguda mecânica em ratos – o teste dos alfinetes”.
Dor e depressão estão muitas vezes ligadas e os investigadores têm agora a esperança de poder criar um medicamento que possa tratar ambas as maleitas, ao mesmo tempo, a partir da opiorfina.
Nos animais, a substância não mostrou ter efeitos secundários, como excitação ou sedativo, nem afecta a memória a longo-termo, tal como alguns anti-depressivos.
Numa perspectiva de aplicação terapêutica, a equipa já dispõe de dois ou três derivados sintéticos estáveis, indicou a líder da investigação à imprensa francesa. Agora, apenas falta determinar qual será o melhor candidato para desenvolvimentos pré-clínicos – etapa imprescindível antes de fazer ensaios no homem."

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