Despertar da Consciência Alimentar: nutrir para além do prato

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Alimentar-se com consciência não começa na boca — começa na forma como nos relacionamos com a vida.  É um convite para sair do automático e entrar no presente. Para observar, sentir e escolher com intenção.  Nutrir alguém com consciência alimentar não é apenas oferecer alimentos saudáveis. É ensinar - com exemplo — que comer é um ato de cuidado, de escuta e de respeito pelo corpo.  É perceber que: o corpo fala antes da fome se tornar urgente, nem toda vontade é necessidade e que o alimento também carrega energia, história e intenção. Quando há consciência alimentar, a pressa perde espaço. A refeição deixa de ser apenas uma pausa e passa a ser um momento de presença. Mastiga-se com atenção. Sente-se o sabor, a textura, o aroma. O corpo participa - e não apenas consome.  Nutrir com consciência também é: respeitar os sinais do corpo, evitar excessos que vêm da emoção, e escolher alimentos que, verdadeiramente, sustentam — não só fisicamente, mas também emocionalmente....
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Homocistinúria – uma doença detectável ainda na maternidade

A Homocistinúria é uma doença causada por defeitos genéticos (erros inatos) das enzimas envolvidas no metabolismo da homocisteína (deficiência de metionina sintase e cistationina sintase) e também por deficiências em cofatores vitamínicos.

Quadro Clínico:As condições relacionadas com este distúrbio são: miopia, deslocamento do cristalino do olho (97% dos pacientes) e tendência a desenvolver coágulo venosos e arteriais (trombos), osteoporose, escoliose, retardo mental, distúrbios do comportamento.

Diagnóstico: É uma doença que pode ser detectada no teste do pezinho, níveis elevados de metionina e homocisteina no plasma e urina.

Tratamento: Suplementação vitamínica e tratamento dietético.

Link de reportagens sobre homocistinúria

Presidente da Associação Brasileira de Homocistinúria - ABH
Sumo de Laranja reduz efeitos congénitos

Uma nova pesquisa, divulgada pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA (US Center for Disease Control and Prevention - CDC), demonstra que é importante para as mulheres que querem ficar grávidas ingerir 400 microgramas de ácido fólico todos os dias. O ácido fólico reduz o risco de defeitos graves ou mortais no tubo neural, tais como espinha bífida, no qual a espinha não fecha direito, ou anencefalia, no qual o feto tem cérebro e crânio subdesenvolvidos. Descobriu-se que o ácido fólico ou folato, uma vitamina B, reduz o risco desses defeitos de 50 a 70%.
Os alimentos que apresentam naturalmente um alto índice de folatos incluem as frutas e o sumo(suco) de laranja a partir de concentrado.
Segundo pesquisadores, o ácido fólico também traz outros benefícios. Os altos níveis de homocisteína, um aminoácido, estão associados a um aumento no risco de doenças coronarianas e derrames/AVCs. O ácido fólico reduz os níveis de homocisteína, embora não se saiba se também baixa o risco de doenças coronárias e derrames/AVCs, segundo o CDC. O ácido fólico pode ter um papel importante na proteção contra os cancros cervical, de cólon e possivelmente contra os de mama, de acordo com a Fundação norte-americana de Defeitos Congênitos March of Dimes (March of Dimes Birth Defects Foundation).Fonte: Foodnews
Nota do Editor: O ácido fólico tem tido um importante papel na prevenção dos defeitos do tubo neural, e prevençã de alguns tipos de anemia ( megaloblástica) sendo recomendado sua ingestão para jovens senhoras em idade fértil. Da mesma forma benefícios cardiovasculares (Ác. homocistenúrico) são descritos em faixas etàrias mais elevadas. A importância dos sumos (sucos) e verduras ricos em folatos é patente para todas faixas etárias. Nutrinfancia

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