Despertar da Consciência Alimentar: nutrir para além do prato

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Alimentar-se com consciência não começa na boca — começa na forma como nos relacionamos com a vida.  É um convite para sair do automático e entrar no presente. Para observar, sentir e escolher com intenção.  Nutrir alguém com consciência alimentar não é apenas oferecer alimentos saudáveis. É ensinar - com exemplo — que comer é um ato de cuidado, de escuta e de respeito pelo corpo.  É perceber que: o corpo fala antes da fome se tornar urgente, nem toda vontade é necessidade e que o alimento também carrega energia, história e intenção. Quando há consciência alimentar, a pressa perde espaço. A refeição deixa de ser apenas uma pausa e passa a ser um momento de presença. Mastiga-se com atenção. Sente-se o sabor, a textura, o aroma. O corpo participa - e não apenas consome.  Nutrir com consciência também é: respeitar os sinais do corpo, evitar excessos que vêm da emoção, e escolher alimentos que, verdadeiramente, sustentam — não só fisicamente, mas também emocionalmente....
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Stress e ingestão alimentar

Em resposta ao stress, algumas pessoas consomem mais alimentos, enquanto outras diminuem a ingestão alimentar. Novas formas de abordar o comportamento alimentar associado ao stress podem ajudar os indivíduos a controlar o peso corporal e a diminuir o stress inerente.
Stress agudo X stress crónico
Quando temos a percepção de uma ameaça imediata (stress agudo), o cérebro envia sinal a um número de sistemas, incluindo o sistema hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) e activa as hormonas do stress. Esta activação desencadeia uma cascata de eventos que preparam o organismo para acção. Por exemplo, a glicose é mobilizada para servir de combustível aos músculos e cérebro, os sentidos ficam mais apurados, o batimento cardíaco aumenta e a respiração acelera. Isto é conhecido como a resposta “lutar ou fugir” – que evoluiu como um mecanismo de sobrevivência, permitindo-nos reagir rapidamente a eventos que ameaçam a vida.
Numa resposta saudável ao stress, os níveis de hormonas do stress, como a adrenalina e o cortisol, aumentam para atender às exigências da situação. Uma vez ultrapassada a situação geradora de stress, os níveis das referidas hormonas diminuem. No stress crónico, verifica-se uma exposição prolongada às hormonas do stress, particularmente o cortisol e o organismo pode não retornar à homeostasia (um estado de repouso saudável). Isto pode acarretar consequências sérias para a saúde e afectar adversamente os sistemas nervoso central, imune e cardiovascular.
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Stress e comportamento alimentar

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