A um momento muito humano — aquele ponto em que o cansaço deixa de ser fraqueza e passa a ser um convite para recomeçar por dentro. A autocura não vem de fora, nem depende do reconhecimento dos outros. Ela começa quando a pessoa decide parar, ouvir-se e cuidar de si mesma, mesmo em silêncio e sem aplausos. Há uma força tranquila nisso: perceber que nem tudo precisa ser explicado, e que o verdadeiro processo de cura acontece de forma íntima, quase invisível. No fundo curar não é esquecer o que doeu, mas aprender a não se ferir, repetidamente, no mesmo lugar. É transformar amor-próprio em atitude diária — simples, firme e consciente. Aceitar-se, Amar-se, Respeita-se, Honra-se, Perdoa-se, faz parte, também, de uma consciência a nível da própria nutrição e cuidados com o corpo, coração, mente e espirito. Reflita nisso!
Como, você, faz a escolha dos seus alimentos?
Aprenda a perceber seu corpo físico e como ele reage aos alimentos que, você, ingere. Essa atitude só é possível quando, você, sai do mecânico da mente que, faz a gente se alimentar de forma automática. Por exemplo; sentiu fome, vai e come qualquer coisa, as vezes, de forma rápida, sem nem sentir bem o sabor.
Pare, respire e deixe o seu coração atuar, através da observação do que está a sentir, do que seu corpo, realmente, precisa naquele momento. O que ele sente ao comer determinado alimento? Bem-estar? Mal-estar? Tranquilidade? Ansiedade? Felicidade? Apatia? Disposição? Fadiga? Paz?
Tudo que acontece dentro do seu organismo, em suas células é percebido não só no seu físico, no seu mental, mas, também, no seu emocional e espiritual.
Seja seu próprio observador, torne-se consciente ao comer e verá o quanto a sua alimentação e saúde irão melhorar, pois, ninguém mais do que você mesmo(a), sabe o que seu corpo fala.
Por uma nutrição mais consciente
Muito amor e luz
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